Thursday, 23 January 2014

Vida Roubada, vencedor do Pulitzer Prize 2013 pela SdE

Mais informações consulte o site da Saída de Emergência


Vida Roubada segue a vida de Pak Jun Do, um jovem no país com a ditadura mais sombria do mundo: a Coreia do Norte.




Se a literatura é uma ficção que nos fala de uma verdade mais profunda, sinto que o meu livro é um retrato muito exato sobre como os princípios do totalitarismo devoram as coisas que nos tornam humanos: liberdade, arte, escolha, identidade, expressão, amor.
Adam Johnson



Jun Do é o filho atormentado de uma cantora misteriosa e de um pai dominante que gere um orfanato. É nesse orfanato que tem as suas primeiras experiências de poder, escolhendo os órfãos que comem primeiro e os que são enviados para trabalhos forçados. Reconhecido pela sua lealdade, Jun Do inicia a ascensão na hierarquia do Estado e envereda por uma estrada da qual não terá retorno.Considerando-se “um cidadão humilde da maior nação do mundo”, Jun Do torna-se raptor profissional e terá de resistir à violência
arbitrária dos seus líderes para poder sobreviver. Mas é então que, levado ao limite, ousa assumir o papel do maior rival do Querido Líder Kim Jon Il, numa tentativa de salvar a mulher que ama, a lendária atriz Sun Moon.




Recorri a informações do maior número de fontes possível e, ao mesmo tempo que muitos aspetos desta personagem podem não assentar em factos, senti que, emocionalmente, era a parte mais verdadeira do livro em termos de como a autocensura e a paranoia podem corroer os laços de uma família, mesmo entre pai e filho, até tudo se transformar em desconfiança e medo, até os próprios polos do amor terem sido invertidos.
Adam Johnson



Em parte thriller, em parte história de amor, Vida Roubada é um retrato cruel de uma Coreia do Norte dominada pela fome, corrupção e violência. Mas onde, estranhamente, também encontramos beleza e amor.


«Vida Roubada merece um lugar ao lado das distopias clássicas como Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e Admirável Mundo
Novo.»
— Barbara Demick, The Guardian

Localizado na Coreia do Norte, este thriller literário sobre um homem que ousa procurar a liberdade no regime repressivo é
ambicioso, violento, audacioso... e incrivelmente bom.»
— O: The Oprah Magazine

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