Friday, 6 December 2013

Eu, Malala

Eu, Malala – A minha luta pela liberdade e pelo direito à educação
Malala Yousafzai e Christina Lamb
Título Original: I am Malala
Tradução: Maria de Almeida, António Carlos Andrade e Cristina Carvalho
Páginas: 352
Coleção: Diversos Literatura Nº 65
PREÇO SEM IVA: 15,94€ / PREÇO COM IVA: 16,90€
ISBN: 978-972-23-5173-7
Código de Barras: 9789722351737

Data de Publicação: 5 Novembro 2013

LIVRO OFICIAL DE MALALA
A VOZ DE UMA ADOLESCENTE QUE DESAFIOU OS TALIBÃS
«Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo.»

«Malala, tu és a nossa heroína, e a nossa grande paladina.
Estamos contigo, e tu nunca mais estarás só.»
Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU

No dia 9 de outubro de 2012, Malala Yousafzai, então com 15 anos, regressava a casa vinda da escola quando a carrinha onde viajava foi mandada parar e um homem armado disparou três vezes sobre a jovem. Nos últimos anos Malala – uma voz cada vez mais conhecida em todo o Paquistão por lutar pelo direito à educação de todas as crianças, especialmente das raparigas – tornou-se um alvo para os terroristas islâmicos. Esta é a história, contada na primeira pessoa, da menina que se recusou a baixar os braços e a deixar que os talibãs lhe ditassem a vida. É também a história do pai que nunca desistiu de a encorajar a seguir os seus sonhos numa sociedade que dá primazia aos homens, e de uma região dilacerada por décadas de conflitos políticos, religiosos e tribais. Um livro que nos leva numa viagem extraordinária e que nos inspira a acreditar no poder das palavras para mudar o mundo. 

Malala Yousafzai nasceu em Mingora, Paquistão, em 1997. No início de 2009 aceitou escrever um blogue para a BBC Urdu documentando a vida sob o regime talibã e a partir daí nunca mais deixou de se fazer ouvir em público em prol do direito à educação. Em 2011 recebeu o Prémio Nacional da Paz, no Paquistão. Pouco depois, tanto Malala como o seu pai, Ziauddin, ele próprio proprietário de uma escola e ativista social, começaram a receber ameaças de morte, que culminaram no atentado contra a jovem em outubro de 2012. Desde a sua recuperação, Malala tornou-se um símbolo da luta pelos direitos das crianças e das mulheres. Em 2013 foi considerada pela revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em julho do mesmo ano, discursou perante as Nações Unidas, uma honra habitualmente destinada a altas figuras de Estado.
Entre os diversos prémios com que até agora foi distinguida, destacam-se o International Children's Peace Prize, o Clinton Global Citizen Award e o Prémio Sakharov para a liberdade de pensamento, atribuído pelo Parlamento Europeu, em 2013. Malala tornou-se também a pessoa mais jovem de sempre a ser nomeada para o Prémio Nobel da Paz. 

Christina Lamb é uma das mais destacadas correspondentes estrangeiras a nível mundial. Estudou em Oxford e Harvard e desde 1987 grande parte do seu trabalho tem-se centrado no Afeganistão e no Paquistão. É autora de cinco livros e recebeu inúmeros prémios, incluindo o Prix Bayeux-Calvados, o prémio europeu mais prestigiado para correspondentes de guerra. Atualmente, Christina trabalha para o Sunday Times e vive em Londres e em Portugal com o marido e o filho.

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