Tuesday, 27 August 2013

Quickies marotas

Pensavam vocês que se tinham livrado de mim. A minha semana desde Quarta foi uma valente bosta, devido à morte de um familiar muito querido para mim. Passei basicamente os dias a ler para a maratona e andar de um lado para o outro. Hoje regressei ao trabalho e revi um manuscrito. Por isso esta semana recuperamos o ritmo normal das críticas. E nada melhor do que começar a semana com umas quickies!

6º livro da série Pride
Midnight in your arms
O legado Moorehouse
















Midnight in your arms
Morgan Kelly
Avon Impulse

Comecei este livro depois de ler umas 500 páginas da Queda dos Gigantes e estava a precisar de algo bastante light. Como o livro tinha time-travel e se passava nos anos 20, nada melhor que uma flapper e um cavalheiro victoriano para ler antes de ir dormir. A história é simples e consegue-se simpatizar bastante com as personagens. Foi engraçado ler sobre viagens no tempo quando há dias peguei num manuscrito meu que também tinha time travel. Engraçado porque só serviu para comprovar o que eu já sabia: time trave lis impossible! Acho que usamos estas viagens no tempo mais por uma questão de fantasia e porque às vezes seria tao bom podemos voltar atrás, mas na vida real isso seria impossível. Para além disso é uma história de amor engraçada, quase de época (visto que a única forma de sabermos que é nos anos 20 é através da vestimenta dela e a menção da 1º guerra mundial). De resto pouca menção faz de elementos históricos e foca-se tudo no time travel e no conflito. Alaric é um herói atormentado pela guerra, tal como Lauren que consegue compreender bem as suas cicatrizes de guerra. A química entre os dois decorre de uma forma algo rápida, havendo sempre espaço para o conflito. No final o amor triunfa, mesmo que o leitor se pergunte como é que eles vão viver os dois juntos (e irão perceber quando lerem o final).

Big Bad Beast
Shelly Laurenston
Kensington Publishing

Ai a minha Shelly! Esta mulher cria personagens completamente loucas! Adoro-as. Os livros têm imenso sexo, mas ela consegue enfiar personalidades geniais nas personagens e criar os casais mais estranhos de sempre. Este é o 6º volume da série Pride que conta com Dee Anne Smith e Ulrich Van Holz. Ela é uma assassina perigosa e ele … um cozinheiro. Uma combinação esquisita - pensam vocês, mas enganam-se. Adorei o facto do Ric gostar da Dee pelo que ela é e nunca a ter tentando mudar. De vez em quando alguns casais fazem algumas alterações à sua vida. O urso Novikov teve de se adaptar à sua parceira desarrumada Blayne e ela teve de se habituar a ter alguém obcecado por horários. Mas isso torna os livros super engraçados e queridos. As pessoas apaixonam-se pelas outras por mais defeitos que elas tenham. Isto misturado com muita acção, cenas de sexo escaldantes e personagens completamente insanas é do melhor que há. Completamente addictive! Tenho pena que me faltem apenas dois livros e o próximo só é publicado em 2014! Nunca tinha lido tanto livro da mesma autora em tão pouco tempo.

Beauty and the Black Sheep
Jessica Bird
Silhouette

De vez em quando aparecem livros que eu quero ler, outros arrisco porque God knows why! A verdade é que Jessica Bird ou, beg your pardon, J. R. Ward como é mais conhecida, foi traduzida pela Quinta Essência. Contudo, moi, je, desconfiada decidiu ler antes um livro que pouca gente conhecia… Sou uma rebelde! Este primeiro livro está traduzido pela Harlequin e eles foram uns fofinhos e decidiram meter as três histórias num só volume! See? Super fofinhos! Relativamente ao livro: gostei… bastante! A personagem feminina Frankie é bastante forte, nada dada a dramas e apesar de tudo é igualzinha a mim: não importa que estejamos sobrelotadas de trabalho, sem tempo para tudo – pedir ajuda está out of the question. Claro que quando Nate Walker, muito mais do que uma cara bonita, começa a ajudar já sabemos onde isto vai dar. Nate é cozinheiro (and a hell of a cook) e propõe-se a ajudar o hotel de Frankie que lhe foi deixado pelos familiares. Ma só até ao feriado depois ele vai-se embora… e o coração de Frankie talvez não aguente (ai filha nem o meu aguentava se eu tivesse um chef à minha disposição). Bom, mas isso não interessa nada! Está escrito de forma light, mas inteligente com os momentos certos de ternura, sexo e conflito – which is a plus. O segundo volume é com a irmã Joy e a sua história com Gray, um homem rico vindo da cidade e arrogante. Joy é mais docinha que Frankie e mais jovem também, por isso estou ansiosa para ver como é que eles se dão. O papel de Nate é ajudar Frankie e fazê-la ver que a vida não é só trabalho, qual será o do Gray?

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