Thursday, 30 August 2012

Os vampiros na dinastia Tudor

Existem muitas histórias boas que começam com o “quando eu...”, bem esta começa mais ou menos assim (a minha, não a do livro). Quando eu não tinha trabalho que nem uma escrava, e não aceitava todos os projectos estilo madre Teresa tinha tempo para ler livros... Muitos livros. Vi este livro online (já nem sei onde) e pensei olha Tudors e vampiros... Que giro, quando não tiver mais nada que fazer da vida, irei ler. Bem numa tarde pseudo-chuvosa de Novembro, encontrei-me efectivamente sem mais nada para fazer então comecei a ler. 

A minha versão da sinopse:


Mulher mais ou menos boa é descendente de uma família de druidas, que juraram proteger os sucessivos reis da ameaça dos vampiros. Chegamos ao tempo do Henrique VIII e embora a promessa tenha sido quase esquecida, nada melhor do que uma série de mortes para avivar a memória.


O rei encontra-se em perigo e a descendente da família dos druidas é chamada para proteger o rei. Mas calma é assim tão simples? E o que faz um homem tão jeitoso na capa? Ah pois é! Entretanto aparece o tal jeitoso (Sir Christopher Ellis) que não é nada mais do que o druid-slayer e protector dos vampiros. Já sabem onde é que isto vai parar? Os dois desgraçados têm de juntar forças para conseguir proteger o rei e destruir a ameaça, entretanto ainda há tempo para umas cenas picantes e dramáticas. Ele quer beijinhos, ela não quer e ele depois também não! Ele tenta protege-la, o amigo (que é igualmente druida) também gosta da Rosalind e quer conquistá-la. Bem como é óbvio ganha o que conseguir fornicar primeiro a mocinha, pois os seus dotes corporais servirão para ela ficar mais do que rendida. 

O que eu julgo disto tudo?


Bem mas como diria a Teresa Guilherme “Isso agora não interessa nada!" Até porque há sangue, mortes, fantasmas, vampiros, lutas, guerrinhas e é isso que torna (pelo menos até agora) esta série bastante apetecível. A personagem principal oscila um pouco entre o muito trenga e “badass” (quando se lembra que era suposto ser uma Buffy com corpete and she kicks asses) e, para variar, os homens variam entre o idiota (quando têm a mania que vão tomar decisões em nome da Rosalind e ela mete-os no sítio) e o “eu quero um homem como aquele” (quando levam com os pés e ficam românticos). Algumas vezes os homens são carinhosos, outras vezes são chatos e não largam a Rosalind. 


A continuação “Blood of the rose” gira em torno outra vez do casalinho, mas desta vez mete-se as mulheres do Henry ao barulho, especialmente quando uma delas é uma vampira! “Mark of the rose” é supostamente a continuação, mas já que Rosalind está ausente, terão de vir personagens novas (mas continua o homem giro e bom na capa). 

 Em suma, uma série que combina elementos paranormais numa época histórica com passagens eróticas, que é capaz de satisfazer todo o tipo de leitor. Pearce dedicou-se de corpo e alma e nota-se que a série está bem estruturada, com um gosto especial para que o leitor queira devorar tudo o mais depressa possível. Uma série que prova que podemos ter acção, romance e suspense no mesmo livro, sem nunca deixar o leitor ficar mal.

Podem saber mais sobre esta saga no site da autora:

6 comments:

  1. Opá gostei tenho de ler isto xD

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  2. Sócia temos de ler isto e lady M. é capaz de gostar

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  3. Intrigante...

    Obrigada, vou pôr na lista!!! :)

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  4. Nem morto apanhariam o acerbo Tio Barreiros com um livro destes nas mãos. Só de ver as capas já fiquei arrepiado. E eles tão lavadinhos...onde páram os piolhos, as pústulas, as marcas da varíola, a sujidade e o sêbo acomulados? E a dentolas apodrecidas de tanto comerem açúcar? Queriam viver entre os Tudors, meninos e meninas? Sem aspirina e penicilina? No meio dos ratos, das pulgas e dos esgotos a céu aberto? Sem contar com as cabeças empaladas às portas da cidade de Londres? Vampiros entre as esposas do Henrique VIII? Cenas picantes? Já não basta a mordedura das melgas, mosquitos e ácaros?

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  5. *adicionando à wishlist do Goodreads*

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