Tuesday, 1 February 2011

The Sandman

Preludes and Nocturnes
(collecting The Sandman #1-8, 1988–1989)
Neil Gaiman
Editora: Vertigo

Para que se conste os únicos livros BD que li até agora foram Astérix e Obélix e Vampirella e isto quando tinha 14 anos e cada vez que via um livro sem desenhos fechava-o de imediato. Como sei que o meu namorado a primeira coisa que pergunta quando vê um livro é “tem imagens” o ano passado decidi dar-lhe este livro, já que era tão aclamado e a arte de David McKean é sempre bem-vinda aos nossos olhos. Este ano como comecei a dar explicações decidi numa aula com umas alunas do 8º ano confrontar a música dos Metallica “Enter Sandman” com um excerto deste livro.

Sinopse: "New York Times" best-selling author Neil Gaiman's transcendent series "SandMan" is often hailed as the definitive Vertigo title and one of the finest achievements in graphic storytelling. Gaiman created an unforgettable tale of the forces that exist beyond life and death by weaving ancient mythology, folklore and fairy tales with his own distinct narrative vision. In "Preludes" and "Nocturnes", an occultist attempting to capture Death to bargain for eternal life traps her younger brother Dream instead. After his seventy-year imprisonment and eventual escape, Dream, also known as Morpheus, goes on a quest for his lost objects of power. On his arduous journey Morpheus encounters Lucifer, John Constantine, and an all-powerful madman. This book also includes the story "The Sound of Her Wings", which introduces us to the pragmatic and perky goth girl Death.

Fiquei um pouco desiludida com a nota inicial que adverte o leitor para não esperar deste livro o melhor número do Sandman. Na verdade confessa que o início foi bastante turbulento, com várias ideias e pouca experiência. Ao decorrer das páginas notamos que de facto o que peca neste volume é somente o início, porque a partir do momento em que o Sandman liberta-se e foge dos seus raptores tudo melhora. Os diálogos tornam-se intensos e a narrativa ganha um ritmo novo. Á medida que nos aproximamos do fim prevemos que os próximos volumes da série irão ser certamente melhores e dá um novo fôlego ao leitor (especialmente com a entrada em cena de Death).

Não sou entendida a nível de arte, especialmente nos traços, tanto gosto de traços largos, como gosto de arte com mais detalhes. Gosto da arte do David McKean e pareceu-me que todos os artistas que colaboraram neste volume cabem que nem uma luva ao estilo narrativo e criativo de Neil Gaiman. Por isso é um volume que apesar de não ser maravilhoso, vale a pena ser adquirido e lido.

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