Friday, 3 September 2010

Impressões sobre “The Night watch”

Página: 253/512

Após as minhas divagações por literatura feminista aliada ao romance histórico, “The Night Watch” visava ser uma promessa boa de tudo o que eu queria ler: lésbicas dos anos 40. Criamos expectativas, lemos a sinopse e não podemos deixar-nos indiferente a personagens estilo Kay, que no meu imaginário seria uma pseudo-Annemarie Schwarzenbach, cujas marcas da guerra reflectem-se no futuro (sendo o primeiro capítulo o ano de 1947). Helen e Julia são o casal discreto lésbico com os seus problemas comuns. Viv é a única personagem heterossexual que mantém um relacionamento com um soldado casado, mas que tem muito pouco que se lhe diga. No meio de tanta banalidade existe duas personagens masculinas Duncan e Fraiser, Duncan saiu da prisão por um crime que é basicamente o mistério da novela e Fraiser, um homem, cuja função é um tanto duvidosa. Apesar de as críticas serem maioritariamente positivas chegamos a meio do livro sem nada para dizer sobre a obra. O livro é demasiado grande, muito bem escrito, muito bem pesquisado, mas que peca pela falta de acção e que leva o leitor a pensar porque é que demora tanto tempo a ler um livro tão bom.

Uma leitura que fica a meio, mas que será retomada em breve.

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